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Hoje navegava pela internet no tempo livre como costumo, então abri o site Máquina do Esporte, um excelente site sobre marketing esportivo criado em 2005 pelo jornalista Erich Beting. Deparei-me com a notícia de que o Basquete do Joinville teria conseguido 6,7 mil reais com seu programa de sócio-torcedor na NBB. Valor este que me chamou atenção, pois a notícia logo baixo falava do programa Guerreiro Tricolor do Fluminense, que arrecadou com uma série de jogos 1,4 milhões de reais, metade do que conseguiu na rodada do título brasileiro em 2010.
Sim sabemos que a diferença do futebol para os outros esportes é monumental, desde o número de praticantes amadores, categorias de base e profissionais, mas as estratégias usadas no futebol começam a entrar nos outros esportes, que dependem exclusivamente dos patrocínios de empresas privadas com interesses fiscais graças à lei de incentivo ao esporte.
O sócio torcedor usado por diversos clubes de futebol foi à forma encontrada pelo Joinville de reverter o quadro, ainda não é efetiva na receita do clube, mas oferece maior o conforto aos torcedores que aderiram ao plano, quem sabe um meio de angariar novos torcedores e espectadores, em uma liga que vários clubes nem cobram ingressos, e os que cobram na maioria das vezes não passam dos 3 dígitos.
Como bom estudante de comunicação social que sou fui me aprofundar em pesquisas com ajuda do tio google e no próprio site Máquina do Esporte, pesquisando cheguei a outro exemplo de esportes não tão evoluídos mercadologicamente tentam novas formas de receitas através do marketing, o caso do Vôlei Futuro de Araçatuba, com a venda de produtos do clube, através de lojas físicas e a loja virtual, com o claro objetivo de difundir a marca do clube, um caminho pode atrair mais público para o clube, e para o esporte, e um dia quem sabe receitas maiores.
Se contrastarmos isso com o caso de licenciamentos de produtos do Corinthians, que recebeu 9 milhões em 2010, vemos a discrepância dos esportes em relação à paixão nacional.
Mas o importante disso é vermos que com criatividade e aderindo as estratégias dos clubes de futebol, clubes de outros esportes podem buscar novas formas de lutar para o crescimento profissional de outros esportes coletivos, quem sabe um dia não teremos ligas de basquete e handebol competitivas, e uma liga de vôlei altamente rentável para seus clubes. O importante é a perseverança, dia 29 de janeiro, a NBB terá o jogo das estrelas da liga transmitido pela rede Globo, uma vitória, além da cobertura do evento como ocorreu nos últimos dois anos e também o projeto esportivo visando a Olimpíada de 2016 em que o COI pretende criar cidades esportivas para as principais modalidades olímpicas chegando a 50 cidades esportivas, agora o que nos resta é torcer por um Brasil mais equilibrado esportivamente.
E você o que acha? Não deixe de comentar.
Fundada em 2007 a Power Balance, teve uma grande ascensão no ano de 2010, com imagens e depoimento de grandes esportistas usando e aprovando o produto, uma jogada de marketing sem nenhuma inovação mais com grande aceitação positiva.
A empresa promete que o uso da pulseira trás maior equilíbrio, força e disposição a pessoa. No começo de 2011 na Austrália a empresa por meio dos órgãos de propaganda do país foi obrigada a desmentir a funcionalidade do produto por não terem provas cientificas que ele realmente funciona. A Power Balance se apóia na Holística para dizer que seu produto realmente funciona.
Holística é uma nova ciência espiritualista que utiliza como base a física quântica, que nos mostra que o estado de consciência de vigília, em que estamos percebendo o mundo concreto e tangível é, na realidade, uma ilusão e que existe o estado transpessoal da consciência, vivenciado pelos grandes santos místicos.
No Brasil a marca foi proibida de veicular os seus benefícios também, porém mesmo assim se apóia em milhões de depoimentos espontâneos para garantir a veracidade do produto, que diz vir do holograma.
Em minha opinião o que ele oferece é um efeito de placebo, pois o holograma não passa do logo da empresa e mais nada. Escrevo isso aqui, pois já tive a minha, não me alterou em nada, nem positivamente e muito menos negativamente, desmontei para ver o que havia ali no holograma e não havia nada.
Contudo, verdade ou não, o que realmente acontece é que a marca é sucesso de venda em 5 continentes com uma estratégia simples, credibilidade de estrelas dos esportes e buzz marketing você pode criar uma multinacional somente com publicidade e propaganda e sem garantia nenhuma de que o produto realmente funciona.
Fontes:
A Tribuna www.atribunanet.com/noticia
Mundo do Marketing www.mundodomarketing.com.br
E band www.band.com.br/jornalismo
Nova consciência www.novaconsciencia.multiply.com
Power Balance www.powerbalance.com.br
Desde 2007 o e-commerce sobe aqui no Brasil, no mesmo ano teve crescimento de 50% somente no primeiro trimestre em relação ao ano anterior e chegou a movimentar cerca de R$ 1,2 bilhões.
Com esse crescimento um novo modelo de compra surgiu em 2008, um portal de leilões on-line, site que foi criado a partir de uma idéia já existente na Europa, é pioneiro no Brasil, a idéia que surgiu em uma mesa de bar com três amigos garante desconto dos produtos em até 90% do valor de mercado, o site www.olhonoclick.com.br é responsável pela difusão do novo formato de compra on-line aqui no Brasil, até o momento a empresa já entregou mais de 4 mil produtos leiloados todos novos e com garantia, com mais de 300 mil cadastrados o site garante o lucro dos envolvidos com a quantidade de lances oferecidos a cada lance o comprador paga de R$ 0,50 até R$ 1 por lance e agrega R$ 0,01 centavo no valor de compra do produto a ser vendido, em parceria com a Rossi uma das maiores construtoras do pais o site leiloou um apartamento avaliado no valor de 250 mil por apenas R$ 931,61, nesse leilão o site teve um acesso regular de 400 mil internautas com picos de até 600 mil, O imóvel leiloado está localizado no condomínio Liberty Garden, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Segundo a Digital MoIP, com o aumento da renda da classe C e D no Brasil, aumentarão as compras via internet, no momento os produtos mais comprados são os de informática detendo 71% das compras on-line.
Na minha opinião esse tipo de leilão é uma ótima forma de realizar compra on-line, mas tem que ficar ligado porque cada click vai lhe custar R$ 1, e se você não arrematar o produto e vamos colocar que você clicou mais de 200 vezes, você vai acabar pagando R$ 200,00 pra nada, pois não arrematou o produto, porém deu os lances, na verdade isso é uma máquina de fazer dinheiro para o dono do site, minha opinião, ótimo, mas tem que tomar cuidado pra não jogar dinheiro pela janela.
Fontes: site:
Beatriz Imenes www.segs.com.br
Jornal da Globo www.globo.com/jornaldaglobo
G1 www.g1.globo.com
Olho no click www.olhonoclick.com.br
TI inside on line www.tiinside.com.br